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Vivência imersiva de Temazcal

 

Em seu ventre Mãe-Terra, as graças dou ao temazcal

Por respirar… O vapor limpa e cura o meu coração!

As pedras ardentes acalmam minha mente.

Os ancestrais me acompanham, nesse dia, uma vez mais

E quando o fogo sagrado acender, renascerei

Conectado com a sabedoria da Mãe-Terra.

 

 
 
 
 
 
 

 


A vivência imersiva de Temazcal vem ao encontro da necessidade de restabelecer o íntimo contato com nossa natureza interior. Uma aproximação com a memória do ventre materno com objetivo de reconexão (religare) com as potencialidades de nosso Ser, esquecidas ao longo do caminho percorrido desde o nascer.

Esse trabalho de imersão intensa visa restabelecer a lucidez de nosso Ser, por meio da condução a estados mais elevados de consciência, abrindo a mente para além do espaço-tempo.

A prática do Temazcal se tornou um grande diferencial de nossos trabalhos. Aqueles que se permitiram conhecer essa prática puderam viver experiências que não podem ser explicadas em palavras apenas. O poder transformador do processo é capaz de dar movimento a profundas mudanças pessoais e permite resignificar muitos valores e crenças.

É uma prática de natureza mística e espiritual sem paralelos, que permite experimentar a condição de unidade que experimentávamos na vida intra-uterina. A singularidade dessa prática se deve a sua potencialidade em levar a pessoa a uma experiência pluridimensional, uma conexão com o Ser divino que habita dentro de todos e de cada um.

Nessa imersão realizaremos também a Respiração Primal que é um poderoso método de autoconhecimento que utiliza várias técnicas como respiração profunda e circular, músicas evocativas, sons da natureza, e argila que auxiliam a liberar bloqueios e condicionamentos mentais e emocionais. Essa prática ajuda a ampliar o estado de consciência e propicia a abertura e expansão dos chakras, o que nos traz benefícios imediatos para a saúde mental, emocional, física e espiritual.

Será um final de semana onde poderemos encontrar muitas curas e reconectar com a pureza do sagrado em nós. Será uma bela oportunidade de aflorar o lado intuitivo e apurar a espiritualidade tendo íntimo contato de unicidade. Praticando a consciência respiratória visamos viver o presente eliminando o condicionamento de fuga do aqui-agora.

Convidamos você a entrar agora mais profundamente no caminho do autoconhecimento.

  • Flushing – Prática de respiração circular que envolve som, movimento e respiração para expansão da consciência.
  • Respiração primal – prática poderosa de autoexploração, que visa eliminar os bloqueios e condicionamentos emocionais.
  • Temazcal – Cerimonia mística e espiritual que purifica física, mental, emocional e espiritualmente. Com uso da ayahuasca.

Início: Sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019 às 19h30.

Término: Domingo, 17 de fevereiro de 2019 às 17h00.

*Apenas 20 vagas*

Investimento: RS 230,00

Incluso: Estadia, alimentação*, práticas e ayahuasca.

* Alimentação vegetariana, regrada, para facilitar estados ampliados de consciência.

O que é necessário levar:

– Colchonete, travesseiro e cobertor (para pousar na chácara)

– Roupas leves que permitam movimentação, bermuda, chapéu, camiseta (que possa sujar), chinelo, roupa de banho. Material de higiene pessoal, cachimbo, isqueiro.

Informações e inscrições: contato@lotusxamanismo.com.br

Leia os relatos de quem participou dessa imersão: ♥

A Imersão em Temazcal RELIGARE em primeiro momento já me causava uma estranha sensação. Sinto que era um sinal indireto que cutucava tudo aquilo que estava acomodado demais, anestesiado, processos que estavam estagnados por uma inconsciente relutância em dar a devida atenção à eles.

Os desafios logo vieram, primeiramente na adaptação e ambientação. Na época estava acostumado à me “reconectar” à um estado de observação em dados momentos do dia, entretanto, essa noção que já estava bem consolidada em minha vida foi aos poucos re-elaborada no momento em que passei do portão e as práticas se iniciaram. Havia muito silêncio e intervalos de tempo que não eram mais preenchidos com o “barulho” de uma rotina. Em diversos momentos percebi como é fácil no dia a dia se denominar “o observador” e, no mesmo instante, deixar de observar.
No silêncio da imersão encontrei o inerente silêncio contido em cada vibração diária.
E nesse mesmo silêncio vi como muito do barulho que mais me atormenta, minha própria mente é quem gera, mesmo que de formas sutis.

Conforme as práticas foram se desdobrando, percebi que a cada uma novos medos e controles surgiam, e então percebi como o exercício de confiar, entregar e aceitar é em essência um exercício de soltar, expandir. Medo e controle se manifestam como forças que seguram, separam, prendem.
Soltei o controle, me rendi ao fluxo do sentir, e assim fui sendo curado em novos níveis ainda não revelados. Percebi que uma intenção de transformação paciente é como uma música: não tem como objetivo chegar a um dado fim, mas sim ser experimentada em plenitude e com presença em seu desenrolar.
Lapidar uma pedra, lapidar o ser, tirar cada casca que só segura o brilho da essência que de fato somos. Paciência de fato é a Ciência da Paz. E respirando, fui quebrando barreiras, dando moção à minha própria fluidez.

Chorei, sorri, pensei menos, senti mais. Me abri pra mim mesmo em diálogos internos que nem sabia que já haviam começado.
Em algum momento havia deixado de ouvir, mas enfim estava prestando atenção com ternura, sem pressa.
A Tenda do Temazcal foi intensa, e o renascimento veio como um único fio de energia girando chakra por chakra.
Meu coração me mostrou o caminho pra vencer os nós mentais que se apresentam de formas elaboradas.
E em uma linda visão, senti a ligação da intuição e da voz do coração.
O Tempo já não parecia delimitar nada, em momentos eu não sentia mais meu corpo e sequer minha mente.
Senti de forma clara, luminosa, a essência de amor e o fluxo vital preenchendo passado, presente, futuro, e que está disponível e permeando tudo que existe aqui, agora, conectando energias e vibrações, limpando, curando, iluminando tudo aquilo que se permite ser tocado por esse fluxo.
Fui abraçado pelo Sol e por Pachamama, e como todo bom enredo, no fim da imersão muita coisa se revelou.
“Eu Sou o que Há”.

Hoje, ainda não tenho claro que caminho estou construindo, e como ele se envolve com os caminhos que se desenham
por esse mundo e que cruzam com os que estou, mas sei que todos nós viemos para manifestar amor, ser amor, em cada gesto, com cada irmão.
Sinto, cada vez mais presente, uma melodia na vida, e, nesse som que toca, deixo de esperar por tons mais agudos ou graves, por notas específicas ou pelo que me agrada, e simplesmente sinto a melodia com todo o meu ser. E me vejo sendo aquele que toca e ao mesmo tempo aquele que dança.
A imersão terminou? Eu sai verdadeiramente dela? Às vezes sinto que ela foi como uma nota que foi tocada e ainda sinto seu reverberar.
Agradeço de coração ao Instituto Espiritual Xamânico Flor de Lótus pela experiência e pelo trabalho realizado com tanto carinho e amor

Ighor Gomes Estudante

Quando disseram que a vivência de Religare era algo profundo e transformador, eu não havia nem chegado perto de contemplar todo o seu potencial, e muito menos as mudanças que se dariam em minha vida depois de viver essa imersão.
Muitos medos, mágoas, raivas e dores que eu estava guardando dentro de mim foram acessados durante esses dias de forma intensa, e pude perceber como estavam me impedindo de viver de maneira leve a beleza que é a vida. Pude passar por minhas sombras com amor pra enxergar a pureza do meu ser e da própria existência. Me encontrei com o divino dentro de mim e fiz as pazes com ele. Fiz as pazes com a Mãe Terra, e me encontrei como merecedora de todas suas bênçãos, conectando-me com toda a sua essência criadora.
As práticas de respiração acessaram lugares tão fundos dentro de mim que sinto que de fato renasci para a vida, com uma força e coragem para viver a potencialidade do meu ser.
Com força e a coragem de ouvir meu Coração maior nos caminhos da vida.
Depois da imersão, senti um chamado forte para seguir um propósito que já estava sendo germinado na minha vida, que era o trabalho com a Terra e com os saberes tradicionais relacionados à cura. Um trabalho de regeneração e cura, da Terra e dos seres. Mas que pelas projeções e cobranças sociais, minhas e de outros, não estava seguindo no Aqui e Agora.
Nas semanas que se seguiram, tranquei a faculdade de Arquitetura e Urbanismo, mudei de casa, enfrentei a cobrança e julgamento da minha família, amigos, e minhas próprias, e me lancei numa jornada de transformação diária dos velhos padrões e hábitos para uma intensa cura interior, para seguir no caminho do trabalho com a Terra, da Permacultura, com as terapias holísticas e tradicionais.
Hoje, tenho feito cursos e vivências relacionadas à fitoterapia e naturopatia, e sinto finalmente que estou seguindo o caminho que faz sentido ao meu coração e ser.
Os desafios nesse momento são outros e sempre existirão, mas sinto plenitude, força e coragem em caminhar por eles nesse presente, e uma profunda gratidão por cada aprendizado que essa imersão trouxe e ainda tem trazido.

Yasmim Padilha Terapeuta

Foi uma Vivência imersiva transformadora, só vivenciando mesmo.
Sou muito grata por existir o Lótus Xamanismo, mudou muito a minha vida .
A cada vivência neste Instituto vale mais que diversas sessões de psicanálise.
Deus abençoe a todos os dirigentes e trabalhadores.
Willian Tello & Juliana Kurokawa, Deus ilumine sempre vocês, vocês são bênção na vida de muitas pessoas (inclusive na minha).

Sandra Mara Da Silva Administradora de Empresa

Para mim, a imersão foi uma grande oportunidade de acessar áreas de minha mente que não costumo acessar, em especial nas práticas dinâmicas, em que era possível expressar a raiva e a cobiça em um ambiente seguro e amoroso, onde não passava pela minha cabeça a perspectiva de ser julgado. Afinal, estávamos ali exercitando a plena observação de nossas emoções e eu aceitei as provocações desta proposta, confiando principalmente no princípio de que “aquilo que você não vê é o que te mata”. Expressar! Sem receio, sem conversa mole, sem hesitação. Foi, de fato, uma singularidade perante uma vida cheia de regras e padrões – alguns saudáveis, outros desastrosos.

As práticas de respiração permitiam entrar neste espaço de concentração que é só nosso e observar o movimento da energia que circula o corpo, para então nos provocar a se expressar. Foi incrível perceber o quanto o ato de se expressar amplifica o que sentimos, por mais óbvio que pareça. Na verdade, o ensinamento nesse sentido teve tudo a ver com o ato de intencionar. Tanto o foi que em uma dessas práticas de respiração, em dupla, tive a experiência mais intensa de metta, ou amor compassivo, em que ao observar o início da manifestação deste sentimento tão nobre, apliquei a intenção de sustentá-lo e, visto que neste momento a prática nos orientava a canalizar a energia para o chakra laríngeo (Vishuda), expressei toda a minha boa vontade através de sons, mantras e orações, tão forte quanto consegui – na verdade, forte devido à ausência do conflito: se o que temos pra dizer é bom e inspirador e a vigilância está ativa para manter o que é bom enquanto bom, não há um pingo de receio em se expressar.

Além disso, devo dizer que foi superdivertido participar da imersão, em especial das danças antes das práticas, das práticas dinâmicas e, inclusive, da própria tenda. Permeou a sensação de que a vida não passa de uma grande brincadeira. Toda a energia primal, animalesca, que a tenda e algumas práticas invocaram foram recebidas com este ar infantil, de quem sabe que o que vem, vem apenas para ir embora.

Leonardo do Carmo Garcia Engenheiro

Para mim tudo realmente se manifestou após a dinâmica realizada para compartilhar o processo que cada um estava vivendo. Ali pude parar e pensar sobre como estava sendo tudo até então, porque era um convite para falar. E eu costumo dizer SIM aos convites. Quando parei pra pensar, vi que dormi nas práticas, que não estava inteira, entregue. Estava na imersão aguardando a tenda, ela já havia passado e eu mal havia aproveitado o que fora proposto. Reconhecer esse bloqueio, essa autossabotagem, foi essencial. E ouvir as pessoas compartilhando sobre estarem morrendo de medo, me fez ver que eu também estava sentindo isso. Não um medo que apavora. Mas um medo disfarçado. Eu não o tinha notado ali… Quando eu reconheci isso e assumi pra mim mesma, eu precisei assumir publicamente. Foi incrível ver quem foi a pessoa que estava falando que me ajudou a tomar a atitude de ir sentar la no meio, e bonito ver quem foram as pessoas que vieram depois de mim, possivelmente porque eu fui. Um puxando o outro. Talvez não pelo conteúdo da fala, mas pela energia emanada ali. Como me senti bem depois de falar com o coração! De me assumir o medo! De me assumir me sabotando, de me assumir humana. Quando sentei na almofada, eu chorei. Quando acabei de falar estava leve e sorrindo!
A partir dali as coisas se aprofundaram. Me entreguei totalmente à pratica da noite, que teve a Ametista no meio do círculo, com nossas intenções. Que poderoso atrair o que eu quero e deixar ir embora o que me impede. Sem peso nesse deixar ir, apenas abrindo espaço no coração! Minha vocalização na expiração foi cantada! Era tanto amor dentro de mim que saía em forma de música. Saí maravilhada dessa prática.
No dia seguinte a dança foi ainda mais deliciosa! Que maravilha poder me expressar num lugar seguro! Quanta felicidade em ser eu mesma! Festejando meu corpo, meus movimentos, minhas relações. Quanta verdade em cada interação! Me emociono de escrever.
Escolhi minha dupla num processo bonito, minutos antes que a escolha fosse solicitada na prática. Minha dupla tomou uma atitude que eu vi e admirei, justamente pensando que eu faria o mesmo no lugar dela. E aquilo nos uniu desde então. Quando era a hora, eu gritei muito. Gritei pra que saísse de mim. Quando comecei a gritar, nem sabia o porquê. Só me veio a palavra “sai”. Quando estava no meio do grito foi que me veio à consciência o que eu estava expulsando. E era de tanto tempo atrás… Era tão profundo. Tinha muita coisa dentro de mim que precisava sair, que precisava ser empurrada e gritada. Meu corpo tremia muito dependendo do que saía de mim.
Quando abracei minha dupla, ela era do mesmo tamanho que eu. O abraço cabia certinho. Como eu me amei e a amei. Como fui e sou grata pela nossa troca. Uma das formas de manifestar meu amor, foi cantar. Quando eu cantei no ouvido dela (é só o amor, é só o amor, que conhece o que é verdade), ela cantou outra música também. Quanta gratidão pela confiança que compartilhamos.
Quando deitei na terra temia pelo frio da argila. Quando ela veio, manifestei minha sensação com gemidos e vocalizações. Que libertação poder emitir os sons que se quer! A argila secou e ajudou muito na condução da energia. Eu senti o maior amor que já senti na vida por mim mesma. Eu vi Jesus Cristo, e senti o quanto eu sou amada! Meu Deus, como sou amada! O silêncio ao final da integração foi maravilhoso também. Ouvir os sons da chácara, os pássaros, ouvir o dia e a natureza que se manifestava ali. Ouvir o gavião que pairava a chácara desde sexta-feira, vocalizando alto e chamando a Força.
Tomei um banho de mangueira com ajuda de duas irmãs, que me ajudaram a esfregar meu corpo pra tirar a argila! Lembrei da irmandade, da inocência e da pureza da minha infância, de tomar banho de mangueira junto! Até isso foi incrível!
Que bonito quando as pessoas todas se sentem parte, se sentem da família e contribuem de coração aberto!
A última prática foi bastante intensa pra mim, mas me recordo de sofrer muito. Em determinado momento, talvez na metade da prática, comecei a sentir vontade de fazer xixi e essa vontade começou a crescer muito. Comecei a sofrer e sentir muita dor. Eu não queria soltar a corrente. Mas a respiração não terminava. Queria superar aquilo, mas estava chorando, me contorcendo. Eu urinei muito, muito. Saiu muita água de mim. Limpou o que precisava. Quando voltei, não entrei de novo na energia da respiração, mas senti um acolhimento muito grande por mim mesma, e me aceitei exatamente como eu era naquele momento. Fiquei feliz por ter tomado a decisão que precisava.
Uma coisa incrível que eu notei quando tudo acabou. Eu percebi que a dor de garganta terrível que cheguei na sexta-feira tinha a ver não com as palavras não ditas naquela semana, mas com as palavras não ditas na minha vida, que foram ditas nessas práticas. Geralmente, cuidamos de nossa garganta preservando-a. Eu curei minha dor de garganta gritando. Isso foi incrível.
Algumas considerações finais apenas! O cardápio todo foi muito, muito bem pensado. Tudo estava delicioso! As frutas pós tenda com granola! As sopas!
Quantos sentimentos transformados, quanta cura, quanta Verdade manifestada. Que bom lembrar quem sou e sentir o amor divino manifestado em mim, em nós. Fizemos todos um lindo trabalho. É uma honra ser parte dessa primeira experiência. Que venham outras!

Thais Siqueira Bióloga

Participei da imersão de temazcal e fiz uma imersão para dentro de mim mesma e me reencontrei com minha essência, meu Eu mais profundo e verdadeiro. Para chegar nesse ponto precisei confrontar meus fantasmas e encará-los de frente – justamente aqueles que sempre neguei e mantive embaixo do tapete – e através desse dar-se conta me abri para a possibilidade de libertação e iniciei meu processo de cura.
Foram tantos aprendizados que não consigo transmitir em palavras, apenas vivenciando esse processo para compreender a magnitude do “simples” ato de respirar consciente.
Descobri em cada inspiração um SIM para as belezas da vida, fortaleci a consciência de ser merecedora de todas as dádivas que o universo tem a oferecer; e a cada expiração senti esvair as crenças limitantes que estavam me impossibilitando de acessar essas bênçãos que são minhas por direito.
Como mencionei, houve todo um processo de superação de dores, e olhar para as feridas internas até chegar em meu verdadeiro Ser, e durante cada etapa desse processo contei com a ajuda, o carinho e principalmente: o profissionalismo desses mediadores (Willian e Juliana) que tanto admiro e confio.
Com eles aprendi que não há a necessidade de “muletas’ para o nosso Religare, apreendi na prática como ter essa tão almejada conexão através de uma energia que nos está disponível a todo momento (o prana), assim, me sendo de livre acesso sempre que me disponibilizar a respirar com consciência.
E por isso e tudo aquilo que não consigo expressar em palavras, só sentir e por em pratica daqui para frente, eu agradeço de todo meu coração a todos que estiveram comigo nesse fim de semana curador – GRATIDÃO!

Daniela Silva Professora